28 de mai. de 2011

[Desenho] Kimagure Orange Road


Há uns meses comentei aqui sobre o anime Kimagure Orange Road. Esses dias recebi um comentário no post dele e bateu a curiosidade de ver se era fácil encontrar KOR pra baixar. Pra minha surpresa vi que é um pouco complicado achar com qualidade avi. Dá pra encontrar fácil em rmvb e em mp4, mas em avi tem que dar uma garimpada. Então, pra facilitar a vida de quem leu o post citado, e já que é o meu anime favorito segue os links pra download que eu peguei daqui.

Informações Técnicas:

Título: Kimagure Orange Road
Título Original: きまぐれオレンジ☆ロード, Kimagure Orenji Rōdo
Formato: AVI
Qualidade: DVD-Rip
Codec: Xvid
Video: 640 x 480, 23.976 fps
Audio: 44.100 Hz, 128 kbps, Stereo
Duração Média: Série e OVA - 25 min | Movie 1 - 69 min | Movie 2 - 95 min
Tamanho Médio: Série - 170 MB | OVA - 300 MB | Movie 1 - 801 MB | Movie 2 - 1,20 GB
Áudio: Japonês
Legenda: Português
Fansubber: OMDA

Downloads:

Série:

01 - Transfer Student! Humble First Love!
02 - Just a Little Lemon Kiss
03 - Mood Swings - Rowing First Date
04 - Hikaru-chan?! The Disturbing "C" Experience!
05 - Two People's Secret - The Part-Time Job 2
06 - That Guy is a Rival! Love's Midterm Exam!
07 - Madoka's Private Life - A Spark-Colored Kiss!
08 - Your Smile! Shutter Chance at the Beach
09 - Kurumi-chan's How To Date!
10 - A Premonition! Hikaru-chan Will Die!
11 - Don't Ring the Wedding Bells!
12 - Study Abroad in America! Goodbye Madoka!
13 - Everyone is Looking! Hikaru's Super Transformation!
14 - A Foreboding Dream! Madoka and Kyosuke are Breaking Up At Last!
15 - Madoka's Ultimate Decision! Putting a Period to the Love Triangle
16 - Well, Do You Believe or Not? Madoka Saw a UFO
17 - The Summer Temptation - A Double Date Out Of the Blue
18 - Madoka's Challenge! The Haunted Beach Big Wave Legend
19 - The Couple's Experience—Forbidden Island of Love!
20 - Hikaru Witnesses! The Camp is Full of Danger!
21 - Kyosuke in a Pinch! Sweet Nothings at the Wuthering Heights!
22 - An Adult Relationship? Madoka Secretly Returns Home in the Morning!
23 - Kyosuke and Madoka in a Big Fight! The 3-Legged Race of Love!
24 - Introducing Kazuya! Be Careful Around the "Panic Kid"!
25 - Risky Self-Hypnosis! Kyosuke Changed!
26 - Kyosuke Becomes a Kid! Getting Super-Close to Madoka!
27 - Marked Woman Madoka! Kyosuke, Proving He's a Man!
28 - Dangerous Decision! Manami-chan's Big Adventure!
29 - Don't Cry, Jingoro! The Heat of Young Love!
30 - A Tender Little Story - Kurumi's First Love, Chapter "Hell"!
31 - Madoka and Yuusaku - The Marching Song of Runaway Youths
32 - Will My Birthday Come Twice? Time-Runner Kyosuke
33 - Strange Madoka! The Mushroom of 120% Truth!
34 - Roots Panic! Madoka in the Mysterious Homeland
35 - Perverted With a Camera! Robo-Kyosuke!
36 - Adios, Kyosuke! Paranormal Powers Caught On Video!
37 - Heroic Orange Legend - Madoka's Duel in the Blizzard
38 - Kyosuke Timetrips! The Third Christmas
39 - Hypnotizing Madoka - Kyosuke's Dangerous New Year
40 - First Dream of the New Year - Giant Monster Jingoro's Counterattack
41 - Immobilized Madoka - Kyosuke's Mysterious Watch
42 - Madoka the Popular - Kyosuke Finally Confesses
43 - Heartbroken Hikaru - Follow Her to the Winter Beach
44 - The Taste of Love? Kyosuke's Valentine from HELL!!
45 - Goodbye Hikaru - And Then There Were None
46 - One Snow-White Night - Two Alone in a Gondola
47 - A Presentiment of Farewells - Find Madoka's First Love
48 - I Found Love! and Da Capo

OVAs:

01 - White Lovers - Parte 1 | Parte 2 | Parte 3 | Parte 4
02 - Hawaiian Suspense - Parte 1 | Parte 2 | Parte 3 | Parte 4
03 - I was a Cat; I was a Fish - Parte 1 | Parte 2 | Parte 3 | Parte 4
04 - Hurricane! Akane the Shape-changing Girl - Parte 1 | Parte 2 | Parte 3 | Parte 4
05 - Spring is for Idols - Parte 1 | Parte 2 | Parte 3 | Parte 4
06 - Birth of a Star - Parte 1 | Parte 2 | Parte 3 | Parte 4
07 - An Unexpected Situation - Parte 1 | Parte 2 | Parte 3 | Parte 4
08 - Message in Rouge - Parte 1 | Parte 2 | Parte 3 | Parte 4

Filmes:

Movie 1 - I Want to Return to That Day - Parte 1 | Parte 2 | Parte 3 | Parte 4 | Parte 5 | Parte 6 | Parte 7 | Parte 8 | Parte 9

Movie 2 - Summer's Beginning - Parte 1 | Parte 2 | Parte 3 | Parte 4 | Parte 5 | Parte 6 | Parte 7 | Parte 8 | Parte 9 | Parte 10 | Parte 11 | Parte 12 | Parte 13

[ADD] Certa vez eu baixei o episódio piloto de KOR pelo emule. Há muito que deletei esse arquivo. Além do episódio piloto havia um pequeno vídeo que seria a rotina da Matsumoto Izumi, a mangaká, durante a época que desenhava KOR. Danda uma busca no youtube encontrei o tal vídeo, que pode ser visto abaixo. O episódio piloto (legendado em espanhol) também encontrei, mas a primeira parte estava dando problema então não coloquei aqui no post, mas pode ser visto no youtube se procurar por "El Episodio Piloto"


Mangá:

Pra quem tiver interesse de ler o mangá de Kimagure Orange Road, neste link tem todos os 18 volumes disponívesi em inglês para serem lidos online.

27 de fev. de 2011

[Quadrinhos] Dylan Dog #001 - Ed. Mythos

Bem, não é segredo que sou fã dos quadrinhos de Dylan Dog. Já fiz até um post falando sobre ele, e até o nome do blog é por causa dele (Dê uma olhada no nome da edição italiana nº 19, ou a brasileira da editora Conrad nº 3 que você entenderá). Diante disso e da dificuldade de encontrar pra download os scans de DYD, vou tentar escanear as revistas que eu tenho e disponibilizar por aqui. Não vou prometer postar todas, nem o prazo entre uma postagem e outra, mas vamos ver no que vai dar.

A edição #1 da Mythos não é a ideal pra se começar a ler DYD, já que ela é a #100 italiana, mas a história ainda é bastante boa. Recomendo ler antes "O Despertar dos Mortos-Vivos" e "Morgana", pra entender melhor a história.

Sinopse: O título já diz tudo. Boa parte dos mistérios sobre o detetive do pesadelo são revelado. Quem foi seu pai, sua mãe, e qual a importância do galeão que ele aos poucos vinha montando ao longo de suas aventuras. Um excelente ponto de partida para novos leitores. Entre passado e presente, descobrimos surpreendentes revelações, confirmando Dylan Dog como o principal título de terror da atualidade. (Fonte: Texbr)

Só clicar na imagem para fazer o download.


6 de fev. de 2011

[Cinema/Desenhos] Os Irmãos Marx e uma escada de 99,5 degraus


Ao contrário do Natal, onde todos os filhos tem que estar junto e sempre tem uma ceia farta, aqui em casa, o Ano Novo foi sempre uma coisa meio morta. Era cada um por si, e geralmente eu passava em casa sem fazer nada, ou vendo os fogos na TV. Quando a coragem permitia andava os 4 quarteirões que separam minha casa e a praia, mas logo depois que acabava voltava. A coisa era tão séria que já passei a virada de ano vendo Jogos Mortais. Hoje em dia melhorou bastante, deposi que conheci a minha princesa.

Num desses Anos Novos estava eu em casa fazendo não lembro o que quando ouço meu pai gargalhando na sala. Como meu pai não é uma pessoa que gargalha o tempo todo fui dar uma olhada no que estava acontecendo. Quando chego lá ele esta vendo um filme em preto e branco com um cara com um bigode enorme claramente pintado fumando um charuto e disparando piadas mais rápido que o Clint Eastwood nos seus filmes de cowboy.


Acabei vendo com ele o final do filme, e o seguinte, e o seguinte. Durante os filmes descobri que se tratava de uma maratona dos Irmãos Marx. Mas aí veio a pergunta. Quem diabos são os Irmãos Marx? Nunca tinha ouvido falar naquela trupe, mas foi amor a primeira vista.

Um maluco com um enorme bigode pintado fumando um charuto e soltando piadas, um mudo com cara de maluco que gosta de infernizar a vida dos outros e usa buzinas pra se comunicar e gosta de tocar harpa, um malandro que gosta de se dar bem em cima dos outros e nas horas vagas gosta de tocar piano, e um galã. Esse quarteto me encantou naquela madrugada do primeiro dia de um ano que já passou há algum tempo. Groucho, Harpo, Chico e Zeppo, esses eram respectivamente seus nomes.

Depois daquela noite toda vez que passava um filme deles eu via e sempre ria mesmo após a quarta vez. Naquela época eu não tinha DVD ainda, apenas um VHS que eu adorava usar pra gravar os filmes que eu gostava, então é claro que quando surgiu a oportunidade eu gravei. Dos 3 que passaram, 2 eu consegui gravar, o outro, o que eu tinha pego pela metade quando ouvi as gargalhadas do meu pai nunca mais passou e eu não consegui gravar. Mas “Gênios da Pelota” e “Batutas Burlescos” já davam pra me fazer rir por horas.


Com o passar dos anos meu VHS foi perdendo espaço e resolvi que era hora de procurar os filmes pra baixar e, quem sabe, conseguir ver “Diabo à Quatro” inteiro. Procurei pelos filmes no PirateBay e encontrei pra baixar em DVD. Minha internet não era uma maravilha na época, mas os filmes valiam a pena baixar, então comecei a dura batalha de baixar 4,7 GB com uma internet de 1 MB.

Enquanto baixava o arquivo percebi que ele tinha sido postado primeiramente num site. Peguei o endereço e fui dar uma olhada pra ver o que mais de interessante tinha no site. Descobri que era um site espanhol só com DVD pra baixar. Felizmente muitos dos DVDs que lá existiam – existiam porque o site ao que parece fechou – possuíam legenda em português de Portugal. Não era a perfeição, mas era melhor que nada.


Baixei muita coisa por lá. Desde uma série de episódios de suspense apresentados pelo Hitchcock, uma dúzia de filmes dos Irmãos Marx, além de uma dúzia de filmes clássicos que não encontrava por aqui. Vale lembrar que na época não era tão fácil com hoje achar filmes lançados por aqui para baixar, então o site era uma maravilha. Porém, o que fiquei mais feliz de baixar não foi um filme ou uma série, e sim um anime que eu gosto. Kimagure Orange Road.

Minha história com Kimagure Orange Road começou por acaso. Estava numa fase de querer ver todos os animes que existem, então via muuuita coisa. Estava baixando outro anime que já nem lembro quando vi pra baixar Kimagure Orange Road, ou KOR para os íntimos. A história parecia meio bobinha na época, afinal, a história sobre uma família com poderes psíquicos que vive se mudando de cidade porque descobrem seus poderes, e o triângulo amoroso que o filho mais velho vive na nova cidade não parece uma obra prima, mas mesmo assim resolvi arriscar. E como valeu a arriscada.


Nos primeiros episódios já percebi que ia adorar o anime. O personagem principal, Kyosuke conhece por acaso uma garota, Madoka, por quem se apaixona. No primeiro dia de aula descobre que ela é da sua turma, mas que ela é meio barra pesada e que dentro do colégio ela não dá a mínima pra ele. Pra complicar as coisas ele acaba beijando sem querer uma outra garota, Hikaru, e ela logo se apaixona por ele. Infelizmente, ou felizmente por que isso é o que torna a série o que ela é, Hikaru é amiga de infância de Madoka. Está montado o triângulo amoroso que vai durar os 48 episódios e que vai levar Kyosuke quase a loucura.

Gosto de KOR porque Kyosuke é um banana, mas um banana com coração. Ele se preocupa com as duas e não quer ferir nenhuma, o que raramente acontece. O normal é ele pisar na bola e magoar uma das duas. Outro ponto que eu achei que seria negativo no começo, mas que acabou se mostrando um trunfo foi os tais poderes psíquicos da família. A série, felizmente não foca nos poderes dele e sim no relacionamento e nas trapalhadas amorosas de Kyosuke. Os poderes entram apenas pra ajuda-lo em algumas situações. Como ter que ir de um lugar para o outro num segundo e outras coisas.


Porém, não foi fácil ver KOR. A pessoa que legendava a série, ao que parece desistiu de fazê-la no meio, e como era ele quem tinha os DVDs originais de onde tiravam os episódios a coisa ficou parada por muito tempo. Aos poucos os episódios forma voltando a aparecer, mas eu não consegui esperar para saber como terminava. Como o anime foi baseado no manga de mesmo nome, resolvi que seria interessante lê-lo. 18 volumes em inglês para alguém só com o básico foi um trabalho meio duro. Mas valeu cada esforço, porque o final do manga é perfeito. O do anime já não é tão bom quanto.

Li o manga e terminei de ver o anime em inglês. Depois revi em português. E quando descobri no site que tinha pra baixar o DVD com legenda em português, nem o fato de ser 10 DVDs me parou. Baixei todos com velocidade média de 10 kb/s, ou seja, levou uma eternidade, mas consegui. Hoje os DVDs estão aqui na minha estante, com capinha, bonitos e prontos para eu ver quando quiser.

Aproveitando, mais um da série "Um dia ainda terei dinheiro vadio pra gastar com o que eu quiser".


15 de jan. de 2011

[Literatura] Cotoco


Quando li o primeiro livro da série Harry Potter fiquei mais encantado com o dia a dia das personagens na escola assistindo aulas, conversando besteira e jogando quadribol, do que com o fato de Harry Potter ser o escolhido e ter que livre o mundo dos bruxos do mal e etc. Eu gostava da parte gostosa de ler, da parte cotidiana deles. Boa parte disso talvez se deva ao fato de que, ao contrário de 99% das crianças comuns, eu gostava de ir para o colégio. Me sentia em casa, sempre gostei de estudar, então ir pra aula não era um inferno e sim um meio de aprender coisas novas.

Estudei num colégio grande onde tinha espaço pra explorar, correr e brincar. Além disso, a maioria dos meus amigos eram amigos que eu tinha feito lá, principalmente porque eu estudava de tarde e quase todas, se não todas, as outras crianças que moravam no meu prédio e nas cercanias estudavam de manhã, então só podia brincar a noite e era a noite que passava os programas que eu gostava como Mundo de Beakman, Castelo Ra-Tim-Bú, Super Campeões, Cavaleiros do Zodíaco, YuYu Hakusho, etc.. É tanto que meus melhores amigos hoje em dia ainda são os que fiz na época do colégio.

Então, diante do meu histórico, não achei estranho quando, um dia, passando pela livraria vi o livro “Cotoco” e fiquei imediatamente com vontade de ler. Toda vez que passava na livraria o namorava, até que finalmente neste último Natal ganhei de presente. E felizmente posso afirmar que o livro é tudo que eu imaginava e mais um pouco.

O livro narra em forma de diário o dia a dia de Jhonny Milton, um garoto de 13 anos que ganha uma bolsa de estudo para estudar num internato só para garotos na África do Sul. Logo nos primeiros dias devidos as partes íntimas pouco desenvolvidas ele recebe o apelido de Cotoco. Convivendo com mais 7 garotos no dormitório, eles logo ficam conhecido como os Oito Loucos pelas confusões que arrumam e se metem.


Entre passeios noturnos, caça a fantasmas, almoços literários e ensaios para uma peça musical, vamos acompanhando as descobertas do simpático garotinho de 13 anos que não tem nenhuma missão de salvar o mundo e sim, passar de ano e aproveitar a vida como todos nós. E é o fato de ser um livro sobre um garoto comum fazendo coisas comuns que o torna especial, porque é impossível não se lembrar de algumas passagens próprias o lendo. Seja a primeira namorada, seja a tentativa de infringir regras só pelo simples prazer de conseguir, etc.

Escrito pelo sulafricano John van de Ruit, “Cotoco” é um excelente livro, com uma leitura gostosa que diverte e emociona ao mesmo tempo. Um livro sem grandes ambições, mas que cumpre muito mais do que se propõe a fazer.


Não sabia, mas pesquisando para o post descobri que o livro possui duas continuações: Spud - The Madness Continues (2007) e Spud Learning To Fly (2009) que ainda não possuem data de lançamento aqui no Brasil, mas que eu espero que não demore muito, porque o livro é muito bom. Descobri também que além dos livros já foi feito um filmes do livro que estreou na África do Sul em dezembro do ano passado (2010), infelizmente acredito que não tenha previsão de passar por aqui, se é que vai passar. O negócio é torcer para alguma alma caridosa disponibilizar na internet algum dia. Felizmente alguém disponibilizou para download o filme e a legenda em português.

Filme: Torrent + Legenda

Abaixo segue o trailer do filme:




31 de dez. de 2010

[Literatura] Relatório literário de 2010


2010 foi um bom ano pra mim em questões literárias. Li ao todo 21 livros e estou tentando terminar o 22º enquanto ainda há tempo. Alguns eu planejava ler a bastante tempo, outros simplesmente apareceram, sem falar que foi um ano recheado de Bernard Cornwell – por sinal tenho que fazer um posto dedicado a ele –, e ainda li alguns livros em inglês e consegui entender perfeitamente.

Comecei o ano lendo “O Símbolo Perdido” do Dan Brown. Apesar de todos os livros dele terem sempre o mesmo roteiro eu adoro ler os livros dele, porém o final desse último vira meio que um grande livro de auto ajuda e eu odeio esse tipo de livro, mas no final ainda consegue ser um bom livro.

O próximo foi meu primeiro Sidney Sheldon (primeiro porque o “Perseguição” dele não conta já que li como paradidático no colégio), “Nada Dura para Sempre”. Gostei bastante do livro. É tanto que li de uma vez só numa madrugada. Achei bem legal como ele desenvolve a trama das 3 amigas residentes e seus dramas pessoais.

Depois li um livro da Coleção Vagalume só pra relembrar a infância. O escolhido foi “O Mistério do Cinco Estrelas” do Marcos Rey que eu tinha em casa há uns 10 anos e nunca tinha lido. A trama é interessante e o ritmo agradável como a maioria dos livros dessa incrível série que vem fazendo a alegria de gerações.


Esses 3 eu li em janeiro aproveitando que eu estava de férias na casa da minha namorada. O próximo livro demorou uns dois meses pra eu pegar pra ler. Mas valeu a pena porque é um dos livros mais gostosos que eu já li. Depois de ter lido “Silmarillion” em 2009 eu estava devendo ler o “Hobbit” e foi isso que eu fiz. O que falar de um dos livros mais lidos do mundo e de um dos autores mais consagrados de todos os tempos? O “Hobbit” tem uma leitura gostosa, sem todo o detalhismo as vezes enfadonho que existe em “O Senhor dos Anéis” o que o torna ideal pra começar na literatura fantástica de Tolkien – o que por sinal não foi o que eu fiz.

Como precisava ler um livro pro meu curso de inglês resolvi me amostrar e ler um livro do Neil Gaiman, autor que eu já conhecia de Sandman e que morria de vontade de ler. Pra tarefa escolhi “Os Filhos de Anansi”, ou “Anansi Boys” já que li na versão original. O livro era grande e meu inglês meia boca, mas não me arrependo. O livro é muito bom e a história muito criativa como tudo que o Gaiman cria, e nada que um dicionário do lado não resolva.

O próximo foi meu primeiro Bernard Cornwell do ano, “A Águia de Sharpe”. As histórias de Sharpe, um fuzileiro a serviço da Rainha nas Guerras Napoleônicas tem ao todo mais de vinte volumes. Esse é o oitavo volume que saiu aqui no Brasil e cada volume conta uma trama envolvendo Sharpe e uma batalha travada pela Inglaterra. Sharpe é um personagem foda. Ele não tem conflitos psicológico maiores. Tá, de vez em quando ele tem, mas aí um dama fica em perigo e ele para de frescura e vai salvá-la pra depois poder dormir com ela. Literatura que todo macho barbado deveria ler.


Ao acabar “A Águia de Sharpe”, emendei com o segundo Bernard Cornwell do ano, “Azincourt”. Livro que conta a história de Nick Hook, um arqueiro e da sua participação numa das mais famosas batalhas britânicas, a Batalha de Azincourt. Batalha esta que a Inglaterra venceu mesmo contra todos os prognósticos e com um número de soldados 5 vezes menor que o dos franceses (algo como 30000 contra 6000).

Após terminas os Bernard Cornwells resolvi ler algo diferente. Minha mãe é espírita e numa viagem pra Fortaleza pro batizado do meu sobrinho onde fui ser padrinho, ela ficou contando a história de um livro espírita que ela tinha lido. O livro parecia ter uma boa história pelo que ela contava, então resolvi arriscar. O livro se mostrou interessante, apesar de muito mal escrito e cheio de erros que passaram pela revisão – isso se ele tiver passado por uma revisão. Mas o problema é ele ser um livro espírita e ter que tentar ensinar sobre o espiritismo. Tirando as partes de “aulas” a história é boa e tem um vilão legal, o Red Marinheiro que eu só entendia Ré de Marinheiro quando minha mãe contava a história.

Depois de ler um livro mal escrito precisava dum livro que eu sabia que ia gostar de ler. E li o terceiro Bernard Cornwell do ano, “Terra em Chamas” o quinto livro das Crônicas Saxônicas. Esta saga por sinal está se tornando uma das minhas preferidas do Bernard Cornwell. Ela é melhor do que as do Sharpe, porque, apesar de ter sempre uma batalha no livro como é de praxe nos livros do Bernard Cornwell, as tramas são mais bem trabalhadas, as intrigas são mais desenvolvidas e o Ulthred é bastante azarado o que o mete em várias situações problema, o que é ótimo pra quem está lendo.


Depois dessa sequência com 3 Bernard Cornwell em 4 livros resolvi mudar e ler uma coleção que eu sempre tive curiosidade pelo quanto falavam dela. Peguei emprestado com minha namorada os livros do “Guia do Mochileiro da Galáxia” e admito, eles são bem engraçados. Adoro humor britânico – outro tema que tenho que falar qualquer dia – então foi só alegria ler as piadas non-sense e o típico humor britânico escorrendo pelas páginas dos livros. Li os 4 primeiros, “O Guia do Mochileiro da Galáxia”, “O Restaurante no Fim do Universo”, “A Vida o Universo e Tudo Mais” e “Até Mais, e Obrigado pelos Peixes!”, ficando faltando só o “Praticamente Inofensiva” que pretendo ler agora em 2011.

Tive que ler outro livro pro inglês e como desta vez estava sem tempo peguei uma adaptação que eles tinha lá. Apesar de ser uma adaptação o livro foi bem interessante e me deu vontade de ler o texto completo. O livro era “The Breathing Method” adaptação dum conto do Stephen King.


Por causa do livro do inglês fiquei com vontade de ler outros livros do Stephen King e li logo dois, “A Zona Morta” que é incrivelmente bom e com um personagem bem carismático e “Carrie, a Estranha”, que não sei se foi a tradução ou o fato de ser o livro de estreia dele, mas me parecia meio confuso as vezes. Mas a história em si é muito boa com a vingança mórbida da Carrie.

Em seguida li “O Diário do Chaves” pra rir um pouco depois dessa maratona de livros de suspense/terror. Assim como a série, você sabe exatamente o que vai acontecer no livro, mas rir do mesmo jeito. Bastante bom pra quem gosta de Chaves.


Já agora em dezembro li o quarto Bernard Cornwell do ano. Por sinal mais um do Sharpe, o que é bom já que ainda faltam publicar mais de 10 livros dele. Esse foi “O Ouro de Sharpe” e é bastante bom também, mostrando Sharpe na velha forma de sempre.

Pra finalizar li a coleção Bórgia que ganhei de Natal da minha namorada, que não são bem livros e sim Graphic Novels, mas como tem ISBN entra na conta. A série completa vão ser 4 livros, mas como só foram publicado 3 aqui no Brasil até agora foram esses que eu li. “Sangue para o Para”, “Poder e Incesto” e “As Chamas da Fogueira”, foram escritos por Alejandro Jodorowsky e lindamente desenhados pelo Milo Manara um italiano miserável que tem o dom de desenhar mulheres bonitas o que combina perfeitamente com a história cheia de sacanagem dos Bórgia. Mas as HQs não são só desenho bonito, o roteiro é muito bom também.


Bem, esses foram os livros que li em 2010. Atualmente estou lendo “Cotoco” de Jonh van de Ruit, um livro incrivelmente engraçada sobre um garoto e o dia a dia dele num colégio interno cheio de figuraças. Não devo acabar esse ano, mas vai abrir com chave de ouro meu ano de 2011.