7 de ago. de 2010

[Desenhos/Nostalgia] Os Desenhos que me "Criaram"


Eu fico triste quando coloco no Discovery Kids, no Disney XD ou até no próprio Cartoon Network – citando só os canais de desenho que minha TV por assinatura tem – e vejo os desenhos que passam hoje em dia. O Cartoon até que se salva, mas o Discovery Kids... Como as crianças gostam daquilo? Não sei se o problema sou eu que estou velho demais pra ver essas coisas ou se meu gosto que é apurado demais, porque cresci vendo desenhos que, em minha opinião, tem qualidade muito superior do que esses que passam hoje em dia.

Até meus 5 anos eu morei em Boa Vista – RR e, bem, basta dizer que quando eu nasci, lá ainda era Território Federal, nem Estado era. Some a isso a inexistência de TV a cabo e internet e você perceberá que as condições pra ver desenhos eram meio complicadas. Mas existiam locadoras e em último caso podia-se comprar uma fita VHS. Porém, a malandragem já existia naquela época e eu tinha várias fitas gravadas, além claro de algumas originais. Tenho até hoje uma fita com alguns desenhos da série Silly Symphony que eu adoro e que de vez em quando bate a nostalgia e eu vejo (sim, eu ainda tenho um VHS, sou antiquado, mas hoje em dia vejo num DVD que eu gravei com a maioria desses desenhos que eu via quando pequeno).


Silly Symphony por sinal, pra mim, é uma das melhores séries de desenhos que existe. Tem clássicos absolutos como “O Velho Moinho” (The Old Mill, 1937), “Flores e Árvores” (Flowers & Trees, 1932), “O Patinho Feio” (The Ugly Duckling, 1939), “Os Três Porquinhos” (The Three Little Pigs, 1933) e mais uma dezena. Na fita que eu falei tinham dois deles: “A Oficina do Papai Noel” (Santa's Workshop, 1932), “A Noite Antes do Natal” (The Night Before Christmas, 1933), e outro desenho também da Disney que a completava, “Era uma vez no Inverno” (Once Upon a Wintertime, 1948).


O que eu acho mais incrível nessa série é o fato de não haver diálogos. Toda a emoção e os sentimentos estão no próprio desenho, na maneira como ele é animado e na incrível trilha sonora que o acompanha. São desenhos simples, mas que conseguem emocionar e que hoje em dia eu ainda consigo assistir sem achar infantis demais.

Além dos desenhos da Silly Symphony minha infância foi regada aos filmes da própria Disney. V e revi milhões de vezes os clássicos como Branca de Neve e os Sete Anões, A Bela e a Fera, Fantasia, Dumbo (que diz minha mãe eu chorei quando vi com 4 anos), Bernardo e Bianca, Alice no País das Maravilhas e a cada vez a emoção era a mesma. Também da Disney adorava “A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça” que devo ter visto umas mil vezes e que é um dos grandes responsáveis pelo meu gosto pelo terror.


Via também outras coisas além dos desenhos da Disney, como, por exemplo, Beany e Cecil, que se eu não tivesse a fita ainda eu diria que era mentira porque nunca conheci ninguém que tenha visto também, "As Crianças do Sapato" (The Kids in the Shoe, 1935) , uma animação curta onde um monte de crianças vive numa bota e são verdadeiros capetinhas, e várias outros, mas esses foram os que mais me marcaram. Claro que depois vieram He-Man, Cavaleiros do Zodíaco, Caverna do Dragão, mas esses eu já era um pouco mais velho. Os que praticamente me “criaram” foram esses que citei. Sinto falta e até pena de grande parte das crianças de hoje em dia não ter acesso a eles.


Lista dos Desenhos da Silly Symphony pra ver no Youtube:

1929 - The Skeleton Dance
1929 - El Terrible Toreador
1929 - Springtime
1929 - Hell's Bells
1929 - The Merry Dwarfs
1930 - Summer
1930 - Autumn
1930 - Cannibal Capers
1930 - Frolicking Fish
1930 - Arctic Antics
1930 - Midnight in a Toy Shop
1930 - Night
1930 - Monkey Melodies
1930 - Winter
1930 - Playful Pan
1931 - Birds of a Feather
1931 - Mother Goose Melodies
1931 - The China Plate
1931 - The Busy Beavers
1931 - The Cat's Out
1931 - Egyptian Melodies
1931 - The Clock Store
1931 - The Spider and the Fly
1931 - The Fox Hunt
1931 - The Ugly Duckling
1932 - The Bird Store
1932 - The Bears and the Bees
1932 - Just Dogs
1932 - Flowers and Trees
1932 - King Neptune
1932 - Bugs in Love
1932 - Babes in the Woods
1932 - Santa's Workshop
1933 - Birds in the Spring
1933 - Father Noah's Ark
1933 - The Three Little Pigs
1933 - Old King Cole
1933 - Lullaby Land
1933 - The Pied Piper
1933 - The Night Before Christmas
1934 - The China Shop
1934 - The Grasshopper and the Ants
1934 - Funny Little Bunnies
1934 - The Big Bad Wolf
1934 - The Wise Little Hen
1934 - The Flying Mouse
1934 - Peculiar Penguins
1934 - The Goddess of Spring
1935 - The Tortoise and the Hare
1935 - The Golden Touch
1935 - The Robber Kitten
1935 - Water Babies
1935 - The Cookie Carnival
1935 - Who Killed Cock Robin?
1935 - Music Land
1935 - Three Orphan Kittens
1935 - Cock o' the Walk
1935 - Broken Toys
1936 - Elmer Elephant
1936 - Three Little Wolves
1936 - Toby Tortoise Returns
1936 - Three Blind Mousketeers
1936 - The Country Cousin
1936 - Mother Pluto
1936 - More Kittens
1937 - Woodland Café
1937 - Little Hiawatha
1937 - The Old Mill
1938 - Moth and the Flame
1938 - Wynken, Blynken, and Nod
1938 - Farmyard Symphony
1938 - Merbabies
1938 - Mother Goose Goes Hollywood
1938 - The Practical Pig
1939 - The Ugly Duckling

4 de ago. de 2010

[Literatura/Mistério] Cordéis e Assombrações


Minha família pelo lado da minha mãe é todo do Ceará, e como bons cearenses eles são muito bons contando causos e piadas, um dom que eu infelizmente não herdei. Fico impressionado quando visito meus tios e eles recitam um cordel inteiro de cabeça, ou como estão sempre encontrando piada em qualquer canto. Posso não ter herdado o dom, mas herdei o gosto e apesar de não ser um profundo conhecedor tenho os meus cordéis que guardo com todo carinho numa gaveta.

Cordel pra quem não sabe é um tipo de poesia popular, onde as histórias antes contadas oralmente foram passadas para o papel. O nome cordel deriva do fato de em Portugal esses folhetos serem vendidos pendurados em cordões. No Brasil o cordel se desenvolveu principalmente no Nordeste assumindo características e temas próprios, como, por exemplo, fatos do cotidiano, episódios históricos, lendas, temas religiosos, entre muitos outros. No Sul/Sudeste não sei se dá pra encontrar fácil, mas aqui pelo Nordeste, em qualquer feira de artesanato sempre tem.


Lembro de quando era pequeno dum tio meu declamando “As proezas de João Grilo” pra mim – sim, jovem gafanhoto, João Grilo não é uma criação do Ariano Suassuna pro Auto da Compadecida. Ouvia e gostava. Até hoje ainda lembro a primeira estrofe. Mas ele declamava com uma facilidade e num ritmo tão perfeito que você se sentia dentro das proezas daquele “amarelo” sem vergonha. Mas essa habilidade não se restringia só a ele. Outro tio meu escreve cordel até hoje.. Nenhum famoso que eu saiba, mas todos muito bons. Assim como o meu avô, que escreveu um sobre a copa de 70 que guardo até hoje com todo carinho como uma recordação dele.

O que eu acho legal do cordel é a capacidade de pegar qualquer assunto – e quando digo qualquer é qualquer mesmo – e conseguir criar uma história. Já li cordel sobre a Morte do Michael Jackson, sobre o Seu Lunga, sobre peido, sobre o porquê dos cachorros cheirarem o traseiro um do outro, sobre Lampião, que deve ser o assunto mais abordado, já que já vi história de Lampião no Céu, no Inferno, no Purgatório, no Paraíso, encontros deles com zilhões de pessoas, lutando contra um lutador de Kung Fu e pasmem, até contra o Alien e o Predador, e por aí vai.


Hoje estava eu indo deixar esse meu tio cortador de causos na rodoviária e eis que vejo um cordel sobre a Perna Cabeluda, entidade sobrenatural aqui de Recife, que nada mais é do que o oposto do Saci Pererê, ou seja, ao invés de não ter uma perna é só uma perna sem o corpo. Pra completar a perna é cabeluda, como o próprio nome já diz, e tem o hábito de andar de noite pelo centro de Recife, surgindo de onde menos se espera e chutando as pessoas e depois saindo pulando embora. Quando vi o cordel não tive como não comprar e dar um de presente pra esse meu tio que tantas histórias interessantes me contou e que agora vai ficar conhecendo mais uma das assombrações do Recife.

Recife por sinal tem toda uma gama de lendas e lugares assombrados, como, por exemplo, além da própria Perna Cabeluda, os fantasmas que rondam o Teatro Santa Isabel e que muitos afirmam avistar, a lenda da Emparedada da Rua Nova, uma jovem grávida que teria sido emparedada viva pelo pai por ter causado vergonha a família. O Papa-figo, que seria um ricaço daqui que não podendo se alimentar de outra coisa senão fígados de crianças, mantinha uma rede de escravos que roubavam crianças pra ele poder devorar seus fígados. Sem falar nos locais assombrados, como, por exemplo a Cruz do Patrão, que é considerado o local mais assombrado do Recife, local este onde teriam sido enterrados escravos negros e onde também ocorreria fuzilamento de militares condenados a morte, e onde hoje pode-se ver assombrações ao se passar por lá.


Quem escreveu longamente sobre as assombrações do Recife foi o sociólogo Gilberto Freyre no seu livro, Assombrações do Recife Velho. Eu ainda não li o livro, mas pretendo muito em breve ler e ficar conhecendo mais em detalhes as assombrações daqui. Baseado nos relatos desse livro a prefeitura daqui entre 2006 e 2008 realizou passeios noturnos pelo centro da cidade passando exatamente pelos locais descritos no livro. Infelizmente eu só fiquei sabendo dos passeios mais recentemente e não sei se eles ainda ocorrem.

PS: Quem se interessou e não consegue encontrar cordel pra comprar, nesse site tem vários disponíveis para leitura.

PS2: Achei um vídeo que mostra mais ou menos como é o passeio pelos locais assombrados do Recife.


1 de ago. de 2010

[Quadrinhos] 20 Capas da Vertigo que eu Curto


Já comentei aqui no blog que eu não curto muito HQs de super heróis. Até tive algumas quando pequeno. Li até a exaustão as que eu tive, mas nunca me ganharam a ponto de virar um fanboy e conhecer a cronologia inteira de um personagem. Gosto de um ou outro personagem mas acabo apenas vendo as animações e os filmes quando aparecem, muito raramente leio as HQs deles. Um motivo pra isso talvez seja a longevidade das revistas o que torna quase impossível conseguir acompanhar direito o que está acontecendo com o seu personagem favorito. Tinha ódio quando estava lendo um gibi e aparecia um asterisco num balão e quando olhava a nota do editor tinha escrito: “Vide revista #X”, onde o X era umas 50 números anterior a revista que eu estava lendo. Eu era criança, não tinha como ter lido aquela revista e internet naquela época era um sonho distante, então scans não era uma alternativa.

Quando surgiu a internet e tempos depois os scans até tentei acompanhar X-Man, mas era tanta coisa pra ler e tanta coisa que se repetia e dava voltas e mais voltas sem sair do lugar que desisti. Então resolvi tentar as revistas da linha Vertigo que além de uma temática mais adulta são histórias que tem começo, meio e fim, salvo exceções como Hellblazer e talvez Fábulas. Outra coisa que sempre me chamou a atenção nas revistas da Vertigo foram as capas. Elas são lindas. Incrivelmente lindas. As de Fábulas e Y – The Last Man estão entre as minhas preferidas. Abaixo listo 20 das capas que eu mais gosto da Vertigo.


31 de jul. de 2010

[Tutorial] Fazendo um DVD com Menu Interativo - Parte IV

Passo 4 – Gravação do DVD

Chegamos finalmente ao último passo e podemos agora gravar nosso DVD.

4.1 – Otimizando o DVD


Primeira coisa a fazer é verificar o tamanho final do arquivo (1). Muito provavelmente ele está com mais de 4,7 Gb e portanto não cabe num DVD normal. Portanto clique em File e selecione Optimize DVD... (2).

Obs: Se couber pule pro próximo tópico.


Após clicar em Optimize DVD aparecerá uma janela contendo todos os arquivos do DVD (1) e outras informações. O objetivo aqui é fazer que o tamanho do DVD seja reduzido para menos de 4,7 Gb. Em Estimared Size (2) está indicado o tamanho do arquivo e a porcentagem de um DVD que ele representa. Diminua o Default vídeo bibrate (3) até que o tamanho esteja abaixo de 100% e dê OK. Eu recomendo entre 96% e 98%.

4.2 – Gravando o DVD


Clique em Make DVD (1) e em Burn (2) na janela que aparecerá. Clique em Avançar.


Na próxima janela selecione Current Project (1) e Browse (2) pra escolher onde você quer que os arquivos gerados durante a gravação sejam colocados. Indico criar uma pasta só pra isso, pra depois ficar fácil de deletá-los. Clique em Avançar.


Essa janela vai apenas dar algumas informações sobre o que será reencodado e se algo está fora da área segura do DVD. Pode clicar em avançar sem dar muita atenção.


Nessa próxima tela o programa vai checar se alguma legenda está ultrapassando o espaço destinado a legendas. Se tiver, anote o tempo da legenda como eu fiz no nosso caso, aperte Cancelar e ajeite a legenda diminuindo o comprimento dela. Depois de corrigir repita esse tópico 4.2 até esse ponto novamente.


Depois de corrigir as legendas, na tela seguinte, coloque um nome para o DVD em Volume Name (1) e escolha a velocidade de gravação em Speed (2). Escolha sempre a menos velocidade. Demora mais, mas fica melhor gravado.
Feito isso coloque um DVD virgem na bandeja do driver e clique em Concluir. Agora é só esperar o computador fazer os encodes necessários e gravar. O tempo de gravação varia de computador pra computador. Aqui a média é de 3 horas pra um filme de até 2 horas de duração.

Boa sorte tentando e qualquer dúvida deixe um comentário.

30 de jul. de 2010

[Tutorial] Fazendo um DVD com Menu Interativo - Parte III

Passo 3 – Incrementando o DVD

Como eu disse no final da segunda parte do Tutorial, quem quiser gravar o DVD desse ponto já pode, basta pular pro passo 4. Aqui nesse passo vou ensinar a colocar opções que darão a interatividade do DVD. Como, por exemplo, seleção de cenas, de legendas e extras.

3.1 – Criando o Menu Configurações

Depois de ter criados os marcadores (1), como foi feito anteriormente, começaremos criando o Menu Configurações. Nele teremos as opções de escolha de áudio e legenda. No caso do filme que usei pro tutorial só temos um áudio, mas a partir da seleção de legendas dá pra entender o funcionamento e aplicar no caso de haver mais de um áudio.


O menu das configurações será um sub-menu do menu principal, portanto basta seguir as indicações da figura acima. Clique com o botão direito do mouse em Menu (2) e quando surgir as opções em Insert e escolha a Submenu (3).


Feito isso será criado um sub-menu e surgirá um link pra ele no menu principal (1). Clique com o botão direito no link, selecione Button Style e escolha Image Only (2). Em seguida, no menu da direita, clique em Media e em Thumbnail Properties selecione a imagem (3).


Pronto, criamos o menu, agora vamos dar forma a ele. Clique em Menu 2 (1) que deve ter aparecido na árvore da esquerda quando você criou o sub-menu, para entrar no menu de configurações. Dentro do menu vamos escolher o fundo. Clique em Background Media (2) e em Vídeo clique em Replace... pra escolher a imagem que será o plano de fundo do nosso menu.


Escolhida a imagem vamos colocar os botões que servirão para escolher as legendas e os áudios. No nosso caso, temos apenas um áudio, portanto não precisamos criar um botão para ele, mas temos duas opções de legendas – português e sem legendas – portanto teremos que criar 2 botões. Pra criá-los, clique em Insert (1) e selecione Empty Button (2).


Feito isso deve aparecer um botão na tela (1). Utilizando os passos descritos anteriormente selecione a imagem pro botão. Como selecionamos um Empty Button, ele a princípio não faz nada, por isso você deve configurá-lo. Clique no botão (1) e depois em Action (2) em seguida selecione pra onde você quer ir quando apertar esse botão em Destination (3). Aqui eu escolhi a opção Menu, que é o menu principal. Portanto, quando eu selecionar a legenda o DVD vai automaticamente pro menu principal. Você pode escolher outros destinos como outro menu, diretamente pro filme ou ainda permanecer no próprio menu. Complementando, você pode escolher pra qual botão do destino escolhido você quer que o DVD vá. Pra isso basta escolher em Destination Button (4).Eu geralmente escolho o botão que inicia o filme, que foi a opção feita aqui.
Depois de escolhido o destino basta selecionar qual legenda será acionada por aquele botão. Pra isso basta lembrar da ordem em que você colocou as legendas quando colocou o filme no DVD, no caso de haver mais de uma legenda, ou simplesmente escolher 1 em Set Subtitle Track (5) caso haja a apenas uma legenda. Pra opção sem legenda ao invés de 1 selecione OFF.
Casa haja mais de um áudio siga os mesmos passos mudando apenas o último passo, onde ao invés de escolher o áudio em Set Subtitle Track você selecionará em Set Áudio Track.
Repita o processo para todos os botões que você colocou no menu.


Depois de configurado, selecione o botão que serve pra voltar pro menu anterior (1), escolha a imagem de sua preferência na caixa no canto inferior esquerdo (2) clique com o botão direito nela e escolha Replace Button (3). Você pode também escolher uma imagem a sua escolha clicando em Media no menu da direita e escolhendo a imagem em Frame Media (4).

3.2 – Criando o Menu Seleção de Cenas

Terminamos o Menu Configurações, vamos partir agora pro Menu Seleção de Cenas que na minha opinião é a parte mais maçante de se fazer.


Volte para o menu principal e clique com o botão direito no botão do filme (1) e selecione Insert Scene Selection Menu... Vai aparecer a opção de quantas cenas por página você quer que apareça. Escolha a opção que preferir, lembrando que muitas cenas agilizam o trabalho, mas ficam muito pequenas na tela.


Escolhido o número de cenas, selecione a primeira página do Menu de seleção de cenas que aparecerá na árvore da esquerda (1). Altere o fundo clicando em Background (2) e selecionando a imagem em Vídeo como feito anteriormente. Após isso altere a imagem dos botões de voltar e avanças páginas (3) exatamente como feito no menu configurações e depois aumente/diminua e mude os textos das cenas da maneira que achar melhor. Infelizmente não tem como automatizar (pelo menos não que eu saiba) o processo, então você terá que repetir isso pra todas as outras páginas do menu. Porém, há dicas que podem ser úteis, como, por exemplo, anotar as posições de cada cena no menu pra repeti-las nas outras páginas. Para isso clique na cena e no menu da direita clique em Tranformations. Lá vai ter todas as informações desde tamanho da imagem que está indicando a cena, até sua posição no menu. Existem outras, mas que pra quem esta aprendendo não são interessantes, pois podem confundir um pouco.


Outra coisa que pode ser feita é escolher a imagem da própria cena. Pra fazer essa escolha clique na cena (1), Clique em Media no menu da direita e em Start Time (2) escolha o tempo que você esta a imagem que você deseja. Ainda dá pra escolher se você quer que as cenas apareçam estáticas ou se mexendo. Pra isso clique em Style (3) e escolha entre Still (estático) e Animated (animado).

3.3 – Criando o Menu de Extras

Criado o Menu Seleção de Cenas, vamos criar um menu para os extras. No nosso DVD vamos ter de extras: comentários de áudio, trailer e uma entrevista.


O primeiro passo é criar um sub-menu que nem criamos pro Menu Configurações. Feito isso selecione a imagem de fundo clicando em Background (1) no menu a direita e selecionando a imagem em Vídeo (2). Feito isso vamos primeiro adicionar o trailer e a entrevista. Clique em no menu com o botão direito (3), selecione Insert e escolha Media... Repita o processo pros dois vídeos.


Posicione os vídeos (1) no menu e altere a imagem como já fizemos várias vezes. Depois disso coloque um Empty Button no menu que nem fizemos no Menu Configurações e altere sua imagem. Clique no Empty Button (2) e em Action (3). Agora modifique os destinos (4) que nem já feito no Menu Configurações e pra terminar escolha a faixa de áudio que representa os comentários em Set Áudio Track (5) – na foto a indicação está errada, mas pode confiar no que eu digo.

3.4 – Finalizando o DVD


Já colocamos o filme no DVD, criamos menus de Seleção de Cenas, Legendas e Extras, podemos agora gravar o DVD. Vamos só finalizar o Menu Principal agora.
Volte pro menu principal e clique em Background Media (1). Já escolhemos a imagem de fundo anteriormente, então podemos pular essa parte, mas podemos ainda escolher uma musica de fundo. Pra isso, ainda em Background Media clique em Áudio e selecione a musica de sua preferência.
Pra evitar que a musica acabe e fique sem tocar nada clique em End Action (2) e em Command escolhendo a opção Loop (3). Com isso ao terminar a música ela irá recomeçar.
Pronto, terminamos, vamos agora gravar o DVD.

Continua na Parte IV...