17 de nov. de 2014

[Nostalgia/Cinema] Se Brincar o Bicho Morde


Estava eu ontem zappeando pelos canais da TV quando me deparo na FOX com o filme “Se Brincar o Bicho Morde”. Imediatamente voltei uns 15 anos no tempo quando vi esse filme pela primeira vez. Ele, junto de “Pisando na Bola” e “O Pequeno Grande Time” eram os filmes que envolviam crianças e esportes que eu mais gostava. Por sinal, nos idos dos anos 90, esse era um tema recorrente no cinema. Acho que praticamente todo tipo de esporte deve ter tido um filme.

“Se Brincar o Bicho Morde” eu acho que vi pela primeira vez no Intercine numa madrugada durante as férias e passei anos sem saber o nome correto dele. Durante anos achei que o nome era “Se Correr o Bicho Pega, Se Ficar o Bicho Come”. Como meu acesso à internet era mínimo e o conteúdo disponível na rede igualmente mínimo, demorei anos até por acaso rever nos Telecines e finalmente conseguir gravar em VHS para poder rever o quanto quisesse.


A história gira em torno de Scott Smalls, um garoto que muda de cidade com sua mãe e o padrasto. Na cidade nova, ele enfrenta o problema de 9 entre 10 garotos, começar novas amizades. No novo endereço, ele encontra um grupo de garotos cujo hobby é jogar baseball nas horas vagas. Apesar da resistência inicial, ele é aceito no grupo e passa a viver um verão maravilhoso com muitas aventuras e iniciações. A cena do novo amigo dele de óculos roubando um beijo da salva-vidas da piscina pública pra mim, um garoto na época era de uma audácia sobrenatural.

Porém, nem tudo são flores no verão de Smalls. Após Benjamin Franklin Rodriguez, o garoto bom de bola que todo os outros garotos idolatravam, conseguir o feito de destruir uma bola com uma rebatida, o pobre Smalls tem a genial ideia de pegar uma bola da coleção de itens esportivos do padrasto. Para o azar do garoto que não entendia nada de baseball até aquele verão a bola tinha sido assinada por Babe Ruth, nada mais, nada menos que o melhor jogador de baseball de todos os tempos. Como não podia deixar de ser, Smalls rebate a bola para dentro da casa do vizinho, famosa por abrigar um cachorro que não deixa nada que entre no seu território voltar. Começa assim o plot principal do filme, que é a caça pela bola assinada.

Cheio momentos de crescimento pessoal, camaradagem, coragem e aventuras, esse filme foi um dos que mais me marcou na infância e que sempre que passa eu revejo, como aconteceu ontem.

Abaixo segue como os atores principais estão hoje em dia:

Smalls/Tom Guiry

Benjamin Franklin Rodriguez/Mike Vitar

Michael "Squints" Palledorous/Chauncey Leopardi

Wendy/Marley Shelton

Ham/Patrick Renna


Aproveitando o posto, segue o link para o download do filme por torrent e da legenda. Filme + Legenda

1 de jun. de 2014

[Quadrinhos] Dylan Dog #002 - Ed. Record

Depois de muito tempo trago para vocês mais uma edição do Dylan Dog. Dessa vez, ainda por causa da minha mudança de Estado, não tive como escanear uma edição nova. Porém, para o blog não ficar mais tempo sem atualização peguei um scan que tem disponível aí pela net, mas que eu acho meio ruim de ler por estar meio cinza demais, e dei uma editada nele, tentando melhorar a qualidade. Espero que gostem.

Só clicar na imagem para fazer o download.


13 de ago. de 2013

[Quadrinhos] Dylan Dog #006 - Ed. Conrad

Apesar de ter falado nos comentários que iria passar um tempo sem conseguir postar nenhuma scan por causa da mudança que eu vou fazer e vou ficar sem ter como escanear as revistas, aproveitei que ainda estou em casa e ajeitei mais uma da Conrad. Depois da Meia-Noite foi a última edição publicada pela ed. Conrad e fechou a mini-série deixando vontade de quero mais, porque é fantástica, cheia de todo o mistério e o terror que ronda as melhores histórias do DYD, além de uma boa dose de maluquice. Na Itália, essa história saiu no volume nº 26 de 1988.

Só clicar na imagem para fazer o download.

5 de ago. de 2013

[Nostalgia/Cinema] The Creepy Collection, plagiando por hobby


Há uns 10 anos, quando eu comprei o meu primeiro gravador de CD, finalmente tive internet boa (leia-se não discada com 256 kbps) e descobri que dava para gravar filmes em um CD e assisti-los pelo aparelho de DVD, resolvi que ia aprender como se fazia os tais VCDs. De lá pra cá mudei do VCD para o DVD e só não passei pro Blu-ray por não ter mais saco de ir procurar como faz, por me contentar com os DVDs e por não ter um gravador, sem falar de nunca ter vista BluRay virgem à venda (tá certo que eu também nunca procurei). Porém, uma coisa que nunca mudou foi o fato de eu normalmente fazer uma capa personalizada pro filme.

Normalmente, os filmes que eu transformo em DVD são filmes de terror, isso por dois motivos simples. O primeiro é que este é um dos meus gêneros preferidos, e o segundo é o simples fato de que muitos filmes clássicos de terror não saíram em DVD aqui no Brasil, ou se saíram são de péssima qualidade. Não que eu faça com uma qualidade melhor, mas pelo menos eu faço do jeito que eu quero.

No início as capas eram simples adaptações/traduções das capas das versões lançadas no exterior. Porém, de uns tempos pra cá venho tentando criar uma capas mais customizadas e seguindo um projeto gráfico. E como ando meio sem tempo e sem saco de fazer os DVDs, tenho feito as capas de alguns filmes que eu gosto só pelo simples prazer de fazer.

Essa ideia de um projeto gráfico tem um único culpado, o The Criterion Collection.



Uma das coisas que eu gostaria que tivesse por aqui no Brasil é um The Criterion Collection da vida. E nem é muito pelo acervo de filmes clássicos e modernos contendo vários extras, tudo isso com o mais alto padrão de qualidade. E sim pelo projeto gráfico belíssimo que os DVDs possuem. Desde as capas normalmente lindas que fogem do padrão poster de cinema até a padronização simples mas elegante e funcional que eles possuem. Como exemplo do que eu digo seguem algumas capas da Criterion.



Procurando por títulos da Criterion no Google, descobri que muita gente tem como hobby criar suas próprias capas seguindo o template dela. É mais fácil encontrar imagem de capa customizada do que das originais. Com essa ideia em mente resolvi fazer as minhas versões também. Como ia focar mais em filmes de terror resolvi chamar ao invés de Criterion Collection, chamar de Creepy Collection, pra poder ter haver com o temas, mas ainda poder me aproveitar do "C" da logomarca. Dito isso segue algumas das minhas tentativas.

Dia dos Namorados Macabro


Ataque dos Tomates Assassinos
 

Pelo Amor e Pela Morte
 

Perdidos no Vale dos Dinossauros


Videodrome
 

O Incrível Homem que Derreteu
 

Suspiria 

29 de jun. de 2013

[Séries] Under the Dome, a série, primeiras impressões


No final do ano passado eu falei aqui no blog sobre os livros do Stephen King que eu tinha lido e comentei sobre o "Sob a Redoma", o último que eu tinha lido e tinha adorado. Falei também que uma série de TV sobre o livro estava sendo preparada pela CBS, e bem, ela estreou na última segunda-feira lá fora. Para quem nunca ouviu falar de Sob a Redoma, a história mostra os dias que se seguem após um misterioso campo de força isolar completamente do mundo exterior a pequena cidade de Chester’s Mill, no Maine. Dai pra frente é tragédia atrás de tragédia enquanto algumas pessoas tentam se acostumar com a nova situação e outros tirar proveito dela.


Pelo primeiro episódio, que teve 13,1 milhões de telespectadores, estou acreditando que a série vai ser boa, mesmo com as várias adaptações que eles fizeram. Felizmente todos os elementos que me fizeram gostar do livro parecem estar lá. Felizmente também nenhum personagem parece ter sofrido uma mudança muito grande de personalidade durante a adaptação, apenas a história de fundo de alguns sofreu alterações. Uma delas foi a personagem principal, o Barbie (sim O Barbie), que virou um forasteiro na série, enquanto que no livro ele era um morador recente da cidade, mas ainda assim já conhecido por ser o chapeiro da lanchonete. Isso vai acabar afetando um pouco a história, mas acho que eles fizeram isso pra não ter que ficar recorrendo a flashbacks. Se foi por isso, ótimo, dinamiza mais a série. Se não, bem, da pra contornar as mudanças sem problema. Outra mudança foi com relação a jornalista que, se não me engano, no livro não era casada. Esse fato eu já acho que vai impactar mais na história, principalmente pelo que ocorre com o marido dela. Mas vamos ver aonde os roteiristas estão querendo ir com isso.

Outra coisa que estava me deixando com um certo receio eram os efeitos especiais, principalmente por ser uma série de TV e não um filme e o orçamento acabar sendo menor. Mas pelo piloto deu pra ver que ele investiram bem o dinheiro, por que os efeitos estão muito bons. A cena da vaca e do caminhão ficaram excelentes.


Agora, um problema que eu sempre tenho com adaptações de livro é a diferença entre os atores escolhidos e a maneira como eu imaginava as personagens. Como não podia faltar, em Under the Dome algumas escolhas me deixaram decepcionados. Uma delas foi a escolha da atriz Natalie Martinez para fazer o papel da policial Linda, que eu imaginava mais como a Sgt. Callahan de Loucademia de Polícia pelo fato dela ser descrita como sendo bastante privilegiada na parte superior frontal. [UPDATE] Percebi que eu confundi as personagens. A policial que eu imaginava como a Sgt. Callahan é a policial Jackie que ainda não apareceu. Mas, já que falei da Linda, ela no livro é uma personagem bem fraquinha e na série é uma das principais. Já o marido dela no livro que é um dos principais no livro, na série ficou preso do lado de fora. Vai entender.

Outro que na minha cabeça era bastante diferente era o Vereador Big Jim, vivido pelo ator Dean Norris. Pelo livro eu o imaginava mais gordo e menos atlético, mais parecido como o Porky do filme Porky's. Os outros atores escolhidos na minha opinião ficaram bem, apesar de eu imaginar a jornalista diferente, mas ainda assim gostei da seleção.


Agora é esperar pelos próximos episódios pra ver se a qualidade se mantém e fica a dica pra quem está procurando uma série de suspense/ação com uma história boa.